2016-02-27

Vamos ao combate!

O Aedes Aegypti 
   O Mosquito Aedes Aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem também durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois no momento não dói e nem coça.
Modo de transmissão 
   A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite. A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes Aegypti-homem. Após a ingestão de sangue infectado pelo inseto fêmea, transcorre na fêmea um período de incubação. Após esse período, o mosquito torna-se apto a transmitir o vírus e assim permanece durante toda a vida. O mosquito Aedes Aegypti também pode transmitir a Zika e a Chikungunya.

Período de incubação
    Varia de 3 a 15 dias, mas tem como média de cinco a seis dias.

O Ciclo do Mosquito
    O ciclo do Aedes Aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.
    O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.

O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor, sendo assim, a  melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito.


Disponível em: <http://www.dengue.org.br/mosquito_aedes.html>. Acesso em: 27-02-2016.

2016-02-13

Casa Comum: Nossa Responsabilidade!

Campanha da Fraternidade 2016
Ecumênica

    A Campanha da Fraternidade deste ano de 2016 tem como objetivo geral assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmos-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.

    "Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca" (Am, 5, 24). Esse é o versículo que inspirou o processo de criação do cartaz abaixo.


     Devemos pois, assumir a responsabilidade com a nossa Casa Comum, mudando nosso estilo de vida...

      Tenhamos todos uma excelente vivência...

2016-02-10

Quaresma: Vamos entender!

O que é Quaresma?




Quaresma é a designação do período de quarenta dias que antecedem a principal celebração do Cristianismo: a Páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo, que é comemorada no domingo e praticada desde o século IV.
A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa. Durante os quarenta dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os cristãos dedicam-se à reflexão, a conversão espiritual e se recolhem em oração e penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz.

Durante a Quaresma a Igreja veste seus ministros com vestimentas de cor roxa, que simboliza tristeza e dor. A Quarta-Feira de Cinzas é um dia usado para lembrar o fim da própria mortalidade. É costume serem realizadas missas onde os fiéis são marcados na testa com cinzas. Essa marca normalmente permanece na testa até o pôr do sol. Esse simbolismo faz parte da tradição demonstrada na Bíblia, onde vários personagens jogavam cinzas nas suas cabeças como prova de arrependimento.

2016-01-29

A arte de educar para a vida

A arte de educar para a vida
A busca pela formação do futuro, além das tradicionais salas de aula
Por Carlos Alberto Pereira de Campos
 
    Educar é uma arte! E, como toda a arte que se preze, necessita de um ingrediente básico e fundamental para que tenha sucesso: sensibilidade.
    Hoje vivemos num mundo árido onde as relações interpessoais tornaram-se raridade, graças a um processo de globalização, onde as informações transitam com agilidade surpreendente, não permitindo as adequações a essa nova realidade.
    Numa sociedade que responde à chamada Modernidade Líquida (Zygmunt Bauman), onde os estereótipos de família nucleada acabaram dando espaço a novas formas de convivência, é imprescindível que tanto o professor quanto os responsáveis tenham sensibilidade para a construção unificada de um conhecimento realmente emancipador, através da formação de pessoas críticas e conscientes do seu papel no mundo em que vivem. Não devemos esperar que legislações falhas, instituídas em sua grande parte por burocratas que pouco ou nada vivenciaram numa sala de aula, norteiem nossas ações quando o foco é unicamente a visão holística do ser humano em essência e a construção real de pessoas voltadas para o bem comum.
   Também não podemos esperar que uma sociedade capitalista, com olhares meramente consumistas, olhe com carinho para o despertar de novas consciências. Isso seria de uma contradição ímpar, pois consciências críticas apenas cobrariam a participação que lhes é devida por direito e abalariam os alicerces consolidados durante séculos e fundamentados numa filosofia liberal-positivista, que sempre privilegiou poucos em detrimento da grande maioria.
    Mesmo nesse cenário tétrico, de poucas perspectivas e alta competitividade, vemos na educação o único caminho para um novo tempo. Um tempo de descobertas, de quebra de paradigmas, de rompimentos e, como consequência, o surgimento de um horizonte de liberdade e cidadania plenas.
     A sala de aula sempre representou um santuário para os grandes educadores. E entenda-se a sala de aula como qualquer espaço onde a arte de educar se faça presente com amor, empenho, dedicação, respeito e, principalmente, sensibilidade. Deixemos de lado o entendimento arcaico da sala de aula de quatro paredes, quadro negro, giz, carteiras enfileiradas e crianças entediadas repetindo em uníssono a verborragia proferida pelos chamados mestres. (...)
     Por isso, como educadores, faz-se necessária a reavaliação constante de nossa postura e a adoção de uma visão emancipadora. Afinal, a educação deve ser como a verdade: Libertadora.

Disponível em: http://linguaportuguesa.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/35/artigo255427-1.asp