2013-01-29

Música na Escola

    O ensino de música em escolas públicas e particulares de todo o Brasil deverá ser inserido na grade curricular até 2011, onde será cumprida a exigência da lei nº 11.769, que determina que o ensino de música deve ser conteúdo obrigatório na Educação Básica. Esse ensino integrará as aulas de Artes.

    Música vem do grego musiké téchne, a arte das musas. É uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo ou não uma pré-organização ao longo do tempo.

    Cada cultura possui suas músicas, seu estilo, suas abordagens e concepções musicais. A música pode ser erudita, tradicional, popular ou experimental e é essa diversidade que estabelece um compromisso entre o músico e seu público.

    O ensino de música é um conjunto de práticas destinadas a transmitir através da vivência musical a teoria e prática da música nas correntes gerações e inclui a musicalização, prática instrumental, prática vocal, teoria musical, história da música, percepção auditiva, composição e regência. Ele ajuda também na democratização do acesso a arte e a fortalecer a cultura nacional, possibilitando aos alunos conhecer e interagir com as diversas formas de músicas, além de preservar raízes culturais.

*Tem muito mais, visite o site mencionado abaixo em “fonte” (vale a pena)!

Fonte: Disponível em: <http://musicanaescolaportal.wordpress.com/2010/10/05/hello-world/>. Acesso em: 29/01/2013.

2013-01-22

Emergência: você precisa se preparar...


Emergência Cardíaca
O que fazer num caso de parada Cardiorrespiratória?
by Claudia Dias
    A medicina avança a passos largos para a solução de muitos problemas físicos, pretendendo suprir as falhas biológicas. No entanto, na maioria dos casos, quando a vítima de uma ocorrência dessa natureza não tem socorro imediato, a medicina poderá não conseguir recuperá-la para uma vida funcional.
    No caso de falhas do principal músculo do corpo, o coração, a vítima depende de quem presencia a crise ou de quem a encontra, dos seus conhecimentos e bom senso.
    Todo cidadão deveria ter os conhecimentos mínimos necessários para socorrer uma vítima de parada cardiorrespiratória. É normal pensarmos que essa situação não vai acontecer conosco, e só percebemos a necessidade quando um familiar ou amigo tem uma crise cardíaca e nos sentimos inúteis por nada poder fazer.
Ajuda Imediata
    No caso de presenciar uma crise cardíaca, coloque a vítima imediatamente em um lugar protegido, sentada num ângulo de aproximadamente 45º graus e com as costas apoiadas. Chame o socorro especializado, transmitindo toda a sintomatologia apresentada. Algumas vezes, deparamo-nos com uma vítima inconsciente em sinal de respiração e sem pulso. Nesse caso, o socorro é a atuação prioritária que pode fazer a diferença entre uma vitima com possibilidade de reanimação e viver, ou uma que ficará de pendente de terceiros para sai sobrevivência caso não morra. É importante pedir ajuda a qualquer pessoa que esteja perto. Essa pessoa poderá servir como intermediaria entre você e os interlocutores do socorro especializado, ajudando na transmissão dos dados que forem pedidos.
Como Socorrer
    A reanimação cardiopulmonar pode ser fundamental. Alterne 15 compressões torácicas com duas insuflações pausadas e profundas (através de respiração boca-a-boca). Para fazer corretamente essa reanimação, você deve levar em conta a anatomia e fisiologia dos sistemas circulatórios e respiratórios. O fato de a língua cair para dentro da garganta é o maior empecilho à entrada de ar, devendo-se então efetuar a extensão da cabeça, para que as vias respiratórias fiquem libertas e haja melhor circulação de ar.
    O coração esta situado no terço inferior do osso esterno, acima do apêndice xifóide. Por isso, a vítima deve ser colocado deitada de costas e sobre uma superfície rígida. Ajoelhe junto da vítima e localize a região das compressões torácicas, deslizando os dedos pela grelha costal até encontrar o apêndice xifóide. Coloque aí dois dedos, e, ao lado deles, sobre essa mão, posicione a outra mão. Sobre essa mão posicione a outra e, entrelaçando os dedos, eleve-os de modo que não fiquem apoiados sobre o tórax da vítima. Estique bem os braços e, sem dobrar os cotovelos, lance o peso do seu corpo sobre o esterno da vítima iniciado as compressões torácicas de forma ritmada e regular, a fim de conseguir uma frequência de pelo menos 80 a100 bcm. Mantenha essa manobra (duas insuflações mais 15 compressões torácicas) até a chegada do socorro especializado.
 

2013-01-11

Vírgula: Vamos aprender?

Sobre a Vírgula
 
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere...
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.

Recebi no face, achei interessante e resolvi postar <
Fonte: ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação>.

2012-12-28

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
O que é?
O acidente vascular cerebral é uma doença caracterizada pelo início agudo de um déficit neurológico (diminuição da função) que persiste por pelo menos 24 horas, refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o déficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.O termo ataque isquêmico transitório (AIT) refere-se ao déficit neurológico transitório com duração de menos de 24 horas até total retorno à normalidade; quando o déficit dura além de 24 horas, com retorno ao normal é dito como um déficit neurológico isquêmico reversível (DNIR). Podemos dividir o acidente vascular cerebral em duas categorias:
_O acidente vascular isquêmico consiste na oclusão de um vaso sanguíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou déficits característicos. Em torno de 80% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos.
_No acidente vascular hemorrágico existe hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais. Em torno de 20% dos acidentes vasculares cerebrais são hemorrágicos.
Como se desenvolve ou se adquire?
Vários fatores de risco são descritos e estão comprovados na origem do acidente vascular cerebral, entre eles estão: a hipertensão arterial, doença cardíaca, fibrilação atrial, diabete, tabagismo, hiperlipidemia. Outros fatores que podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo.
O que se sente?
Geralmente vai depender do tipo de acidente vascular cerebral que o paciente está sofrendo se isquêmico ou hemorrágico. Os sintomas podem depender da sua localização e da idade do paciente. Os principais sintomas do acidente vascular cerebral incluem:
Fraqueza:
O início súbito de uma fraqueza em um dos membros (braço, perna) ou face é o sintoma mais comum dos acidentes vasculares cerebrais. Pode significar a isquemia de todo um hemisfério cerebral ou apenas de uma área pequena e específica. Podem ocorrer de diferentes formas apresentando-se por fraqueza maior na face e no braço que na perna; ou fraqueza maior na perna que no braço ou na face; ou ainda a fraqueza pode se acompanhar de outros sintomas. Estas diferenças dependem da localização da isquemia, da extensão e da circulação cerebral acometida.
Distúrbios Visuais:
A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes e geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de "sombra'' ou "cortina" ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
Perda sensitiva:
A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força (fraqueza), confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
Linguagem e fala (afasia):
É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala; assim alguns pacientes apresentam fala curta e com esforço, acarretando muita frustração (consciência do esforço e dificuldade para falar); alguns pacientes apresentam uma outra alteração de linguagem, falando frases longas, fluentes, fazendo pouco sentido, com grande dificuldade para compreensão da linguagem. Familiares e amigos podem descrever ao médico este sintoma como um ataque de confusão ou estresse.
Convulsões:
Nos casos da hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução. Pode acontecer uma hemiparesia (diminuição de força do lado oposto ao sangramento) , além de desvio do olhar. O hematoma pode crescer, causar edema (inchaço), atingindo outras estruturas adjacentes, levando a pessoa ao coma. Os sintomas podem desenvolver-se rapidamente em questão de minutos.
Como o médico faz o diagnóstico?
 
A história e o exame físico dão subsídios para uma possibilidade de doença vascular cerebral como causa da sintomatologia do paciente. Entretanto, o início agudo de sintomas neurológicos focais deve sugerir uma doença vascular em qualquer idade, mesmo sem fatores de risco associados. A avaliação laboratorial inclui análises sanguíneas e estudos de imagem (tomografia computadorizada de encéfalo ou ressonância magnética). Outros estudos: ultrassom de carótidas e vertebrais, ecocardiografia e angiografia podem ser feitos.
Como se trata e como se previne?
Geralmente existem três estágios de tratamento do acidente vascular cerebral: tratamento preventivo, tratamento do acidente vascular cerebral agudo e o tratamento de reabilitação pós-acidente vascular cerebral.
O tratamento preventivo inclui a identificação e controle dos fatores de risco. A avaliação e o acompanhamento neurológicos regulares são componentes do tratamento preventivo bem como o controle da hipertensão, da diabete, a suspensão do tabagismo e o uso de determinadas drogas (anticoagulantes) que contribuem para a diminuição da incidência de acidentes vasculares cerebrais.
Inicialmente deve-se diferenciar entre acidente vascular isquêmico ou hemorrágico.
O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico consiste no uso de terapias antitrombóticas (contra a coagulação do sangue) que tentam cessar o acidente vascular cerebral quando ele está ocorrendo, por meio da rápida dissolução do coágulo que está causando a isquemia. A chance de recuperação aumenta quanto mais rápida for a ação terapêutica nestes casos. Em alguns casos selecionados, pode ser usada a endarterectomia (cirurgia para retirada do coágulo de dentro da artéria) de carótida. O acidente vascular cerebral em evolução constitui uma emergência médica, devendo ser tratado rapidamente em ambiente hospitalar.
A reabilitação pós-acidente vascular cerebral ajuda o indivíduo a superar as dificuldades resultantes dos danos causados pela lesão.
O uso de terapia antitrombótica é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias, tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) onde a instituição de fisioterapia previne e tem papel importante na recuperação funcional do paciente.
As medidas iniciais para o acidente vascular hemorrágico são semelhantes, devendo-se obter leito em uma unidade de terapia intensiva (UTI) para o rigoroso controle da pressão. Em alguns casos, a cirurgia é mandatória com o objetivo de se tentar a retirada do coágulo e fazer o controle da pressão intracraniana.
Qual é o prognóstico?
Mesmo sendo uma doença do cérebro, o acidente vascular cerebral pode afetar o organismo todo. Uma sequela comum é a paralisia completa de um lado do corpo (hemiplegia) ou a fraqueza de um lado do corpo (hemiparesia). O acidente vascular cerebral pode causar problemas de pensamento, cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória. O acidente vascular cerebral pode produzir problemas emocionais com o paciente apresentando dificuldades de controlar suas emoções ou expressá-las de forma inapropriada. Muitos pacientes apresentam depressão.
A repetição do acidente vascular cerebral é frequente. Em torno de 25 por cento dos pacientes que se recuperam do seu primeiro acidente vascular cerebral terão outro dentro de 5 anos.
Disponível em: < http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?6>. Acesso em: 28/12/12.